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A tropa de choque dos esquerdistas, liderada por deputadas, cercam a mesa do presidente da CCJ para tumultuar e obstruir a sessão . Nada racional. |
Durante alguns dias acompanhamos o papel desempenhado pelos deputados, e especialmente pelas deputadas esquerdistas na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, a CCJ - onde se discutia apenas a constitucionalidade do Projeto de Reforma da Previdência- encaminhado pelo Governo. Vimos pela televisão e redes sociais a efervescência, o destempero e o despreparo para uma discussão civilizada e racional de uma reforma , tão importante para os próximos anos em nosso país. Esta reforma é a garantia de que os aposentados de hoje, e do futuro, receberão suas aposentadorias. Todos sabemos que as mudanças são duras , e que vai afetar grande parte da população brasileira, especialmente os funcionários públicos, políticos, magistrados e outros privilegiados. São corporações fortes, que lutam com unhas e dentes para manter seus privilégios.
Muitos dos deputados e deputadas que estão esperneando já recebem suas populdas aposentadorias. Fazem este jogo de cena como não tivessem nada com isto. Numa destas cenas, aliás, uma das hilárias foi a presidente do PT, Gleisi Hoffmann dizer que "o Brasil está quebrado". Ela tentava jogar no colo do atual Governo a culpa de quebrar o país. Alguns apoiadores do Governo responderam a ela, e a Maria do Rosário, que o apoiava na fala, que quem quebrou foram Lula e a Dilma com as roubalheiras que patrocinaram.
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As deputadas Tarília Petrone, do PSOL, e Érica Kokay, do PT, ambas do Rio de Janeiro,sempre exaltadas, só perdendo para Maria do Rosário, do PC do B , do Rio Grande do Sul. |
Os oposicionistas com sua frente de deputadas, que em todas as sessões estranhamente ocuparam a primeira fila de carteiras, eram a todo momento assessoradas por pessoas que lhes entregavam papéis ou falavam ao pé do ouvido, como foi o caso da deputada carioca do PSOL, a Tarília Petrone .Esta destoava do ambiente de um Parlamento com seus modelitos, exibindo as tatuagens e as axilas no auge de seus discursos inflamados, vazios e sem qualquer conteúdo .
O que pretendiam, já que não têm alternativa de projeto, era apenas procrastinar, enquanto o Brasil sangra aumentando a sua dívida. Assim, apresentaram inúmeros requerimentos que foram votados, um a um, e rejeitados pela maioria dos membros da CCJ.
Para completar, o painel eletrônico quebrou mais uma vez. É uma coisa a se resolver, tanto na Câmara como no Senado, porquê estes painéis quase sempre quebram nas horas que mais precisam deles, ou seja, no auge de grandes e importantes votações.
O custo de manutenção destes painéis é carríssimo, e inclusive dos responsáveis em mantê-los funcionando, mas certamente tem algo errado que precisa ser consertado ou mudado para melhor , afim de que não assistamos cenas grotescas como a que patrocinou ontem, a Maria do Rosário, do PCdoB, do RGS, colocando um cartaz no visor do painel apagado, lembrando uma estudante desastrada.
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