Objetivo


segunda-feira, 19 de maio de 2014

IPVA ESCORCHANTE E DESORGANIZADO

                  Foto Google
A sede arrecadadora do estado brasileiro  bate recorde.
A Secretaria da Fazenda do Estado piorou o sistema de cobrança do IPVA, dificultando a vida de milhares de proprietários de veículos. Este ano a grande maioria não recebeu em suas residências o boleto para pagar o imposto.
Agora, você é obrigado ir ao banco e lá de posse do documento do carro solicitar o boleto para fazer o pagamento.Assim, muita gente está pagando o IPVA atrasado e sujeito a ficar com o carro detido numa dessas blitzes, que estão fazendo por ai, em qualquer canto da cidade.
Este desserviço da Sefaz mostra como anda a nossa administração estadual que a cada dia dá exemplos claros de incompetência. E, o pior é que se você atrasar o pagamento da primeira parcela - normalmente é dividida em três- terá que pagar o imposto de uma só vez.
Basta a gente andar pelas estradas em nosso estado que vamos ficar indignados porque o dinheiro arrecadado pelo IPVA ,que antes era destinado para um fundo rodoviário, agora ninguém sabe o seu destino. O que sabemos, é que as estradas em vários municípios estão em péssimas condições de tráfego.
Aliado ao IPVA escorchante - basta dizer que por um carro ano 2008 tive que pagar quase dois mil reais- existem os chupa-cabras espalhados pelas cidades, que nada mais  são do que máquinas de tirar dinheiro do contribuinte.
Outro dia fui levar uma pessoa ao Aeroporto e  trafegando pela Avenida Dorival Caymmi, por volta das 3 horas da manhã , enfrentei sua pista sinuosa cheia de buracos e quase  às escuras . Dias depois recebi uma multa porque trefegava a 63Km por hora, quando, segundo o papelote, a velocidade permitida é de 60Km. Recorri, expliquei que era madrugada que a pista estava mal iluminada e não dava para ler a placa . Além disso, estava com medo de assalto e não dava para andar muito devagar. De nada adiantou. Tive que pagar a infeliz da multa e ainda ter alguns pontos negativos anotados em meu prontuário.
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