Objetivo


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

EMPREITEIRAS SEMPRE ESTIVERAM ENVOLVIDAS COM PROPINAS

Há vários anos que existe uma convivência maléfica para
os cofres públicos e as empreiteiras neste país.
Todos sabem neste Brasil varonil que as empreiteiras têm praticado através dos anos o papel de corruptoras de funcionários públicos e políticos de vários partidos. Isto é sabido e motivo de conversas reservadas entre jornalistas, empresários , políticos e agentes do governo em todos os níveis federal,estadual e municipal.
Agora, os advogados dos maiores e mais caros escritórios de advocacia de todo o pais, inclusive alguns já conhecidos do grande público desde o Mensalão, repetem uníssono , parece até um mantra, que seus clientes ( os grandes empreiteiros presos ou não) foram obrigados a pagar propinas por agentes do governo, senão os seus contratos seriam suspensos.
Por outro lado, esses mesmos advogados estão procurando a Controladoria-Geral da União - CGU tentando acordos de colaboração com as investigações , em troca do perdão ou redução de eventuais penalidades por conta da participação no esquema de corrupção, que surrupiou mais de 21 bilhões de reais até agora da Petrobras.
O chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage confirmou que recebeu a oferta do chamado acordo de leniência das empreiteiras . Os que os advogados das empreiteiras querem é que as penas sejam mais leves, como por exemplo, devolver os valores envolvidos na corrupção e sobre preço,e assim se livrariam de outras sanções administrativas mais pesadas , como por exemplo, declarações de inidoneidade e, assim , não ficariam impedidas de participar de obras públicas.
O que também estranhamos  é que a própria Petrobras abriu sindicâncias internas e tudo ficou no mesmo. É preciso saber por que estes membros de tais comissões de sindicâncias  não encontraram nada de irregular. Isto é muito estranho e merece uma apuração mais detalhada para saber se não houve corporativismo.
Como também, é estranho que só agora o sr. Jorge Hage venha a público falar em irregularidades, já que existiam alguns procedimentos concluídos por técnicos da Controladoria apontando-as. E, se por acaso sustentar que não existiam, então houve uma grossa falha da CGU. Isto fica comprovado porque o Tribunal de Contas da União e o Ministério Público Federal vinham também levantando essas irregularidades e exigindo providências.
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