Objetivo


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

POESIA - SOMBRAS

POESIA
Reynivaldo Brito

Vejo sombras do mal ao meu redor
Também no horizonte crepuscular
Não, não estou ficando louco!
Apenas, observo o cotidiano nas páginas sangrentas
dos jornais diários e na tela da tv
Vejo, sendo transeunte, corpos inertes
Abandonados nos locais vazios da minha cidade
Não sou policial e nem autoridade
Mas, tenho sentimento de cidadão
Desses, que se revoltam com o tombar de uma árvore
Com a morte prematura de um jovem da periferia
Com a estupidez do terrorista,
Com mais uma guerra sem sentido
Antevejo as fronteiras do humano
As sombras, sua efemeridade
A eternidade do desumano.
Não sou profissional da vertigem
Porém,indago: por que somos tão estúpidos?
Por que somos tão insensíveis?
6.01.2009
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