Objetivo


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

HOMOLOGAÇÃO PERIGOSA NA LAVA JATO

Lava Jato precisa ser defendida com mais
ênfase pelos brasileiros
Se esta homologação for feita por sorteio, e por infelicidade cair nas mãos de Ricardo  Lewandowski ou Dias Tófili, e mesmo de Gilmar Mendes, a Lava-Jato certamente estará em perigo. O ideal para muitos juristas é que a presidente do STF, Carmem Lúcia assuma pelo menos a homologação da colaboração do Marcelo Odebrecht, que está preso, e deixe as demais para sorteio entre os membros da chamada Segunda Turma do STF.
Sabe-se que o pior ainda precisa ser decidido que será  a escolha do relator, o homem que vai herdar todos os processos que estavam nas mãos do Teori Zavascki. Ai  a Lava Jato corre mais perigo ainda de sofrer desvirtuamento ou mesmo atraso caso caia nas mãos de determinados ministros.
Dizem que o  mais próximo do Teori Zavascki, e que teria mais isenção de conduzir a relatoria da Lava Jato, seria o ministro Luiz Fachin, outros no entanto, torcem o nariz quando se fala no nome deste ministro.Para isto o Fachin teria que passar da Primeira Turma para a Segunda onde trabalhava o ministro falecido Teori Zavascki.
 Na verdade a Lava Jato corre perigo de perder força diante desta tragédia que foi a morte do Teori Zavascki. Este também, sofria muitas críticas por demorar com os processos que envolvem o Renan Calheiros, e de ter evitado a prisão do Lula naquele episódio que a Dilma o nomeou ministro para ele ter foro privilegiado.

FUGITIVO
Uma parceria perigosa e prejudicial ao Brasil 
Também, existe outra grande expectativa envolvendo a Lava Jato  que é se o empresário Eike Batista vai ser preso ou não pela Interpol. Inexplicavelmente, às vésperas de ser  preso ele viajou furtivamente para New York usando o passaporte alemão, já que tem dupla cidadania, porque sua mãe era alemã.
Caso  já esteja na Alemanha dizem que será muito difícil a sua prisão porque o Brasil não tem acordo de extradição assinado com a Alemanha.
Esta seria a segunda vez que Eike Batista deixa o país às vésperas de uma operação policial envolvendo o seu nome. Quando  foi citado no envolvimento com a propina ligada ao ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral  também teria estranhamente se ausentado do país. Depois se apresentou "espontaneamente", contou algumas coisas inclusive envolvendo o ex-ministro petista Guido Mantega, da Fazenda, Mas, teria ocultado muita coisa, daí a sua prisão ter sido decretada agora.
Vamos aguardar a próxima semana que também será de grandes emoções.
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