Objetivo


sábado, 28 de maio de 2016

POLÍTICOS TENTAM ENFRAQUECER LAVA JATO


Parece que o objetivo do Waldih Damous autor  do
PL 4372/2016 é defender seu chefe polític
o.
 A exemplo do que aconteceu na Itália com a Operação Mãos Limpas, estão tentando de várias maneiras enfraquecer a Operação Lava Jato com conchavos , acordos políticos, e o pior, criando instrumentos legislativos através de projetos de lei .
O  projeto  mais prejudicial é de autoria do petista carioca  Wadih Damous - só podia ser mesmo de um petista  e, observe, ex-presidente da OAB, secção fluminense. Ele  deu entrada em fevereiro deste ano na Câmara Federal de um projeto para proibir que preso possa fazer delação premiada, e também, acabar com  a prisão imediata de réus condenados em segunda instância, conforme decisão recente do Supremo Tribunal Federal.
Sabemos que quase 30 % dos colaboradores da Lava Jato fizeram acordos presos , portanto, seria um golpe mortal contra a Justiça , e beneficiaria diretamente os corruptos que roubaram a Petrobras, Eletrobras e fundos de pensão. Também, ele quer que vazamentos sejam punidos com  quatro anos de prisão. Este deputado foi um ferrenho defensor da Dilma contra o impeachment, e tem uma relação muito próxima com o Lula, que é um dos principais alvos da Lava Jato.
Tramitam no Congresso oito projetos de lei visando alterar a delação premiada. Portanto, é uma ação em conjunto e deliberada de políticos  de vários partidos que desejam enfraquecer as ações da Justiça em benefício dos corruptos. Não podemos permitir e vamos denunciar pelas redes sociais, nas manifestações mostrando a ação desses políticos contra o Brasil e a sociedade brasileira.
Nas últimas gravações divulgadas ficamos sabendo que até o presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, alvo de mais de 10 processos, também , estaria articulando para emplacar esses projetos que venham a enfraquecer a Lava Jato.
Eram nove projetos, e agora, sete continuam tramitando na Câmara Federal e um no Senado.
OS PROJETOS
Luis Sérgio conversa com  Afonso Florence, ambos petistas,
. Ele é o autor daquele relatório chulo ,uma peça que envergonha
o Congresso e desgasta a instituição CPI.
Os autores dos dois primeiros projetos são os deputados Hugo Motta ( PMDB, da Paraíba) e Luiz Sérgio ( PT, do Rio de Janeiro) responsáveis por aquele trágico relatório da CPI da Petrobras que não apontou ninguém para ser investigado ou punido. Foi uma desmoralização para a instituição CPI. O projeto de lei 4081/2015 quer proibir os que tem "maus antecedentes ou que tenham rompido colaboração anterior".
Já o PL 4082/2105 proíbe que um mesmo advogado tenha dois ou mais colaboradores em um mesmo inquérito ou processo, e que as CPIs tenham acesso ao conteúdo das delações.
 O PL 4078/2015 tenta modificar os procedimentos de obtenção das delações premiadas e torna obrigatória a gravação das reuniões de preparação e de definição dos acordos de delação. Quer também que os vídeos sejam tornados públicos após a homologação do acordo ou destruídos caso o acerto não seja concretizado.
Esses projetos aguardam parecer do relator na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado . Todos já tem relatores desde o último dia 18.
Os demais projetos, em número de cinco, que também buscam modificar as delações premiadas são de autoria de deputados do PSD,PT.PSD e PMDB. Vemos portanto, que é uma ação coordenada para atacar a Operação Lato Jato com intenções escusas que devem ser denunciadas por toda a sociedade brasileira, inclusive citando os nomes de seus autores para que nas próximas eleições não votemos neles.
Vamos lá: dois desses projetos de lei datados de 2014 objetivam que as CPIs tenham acesso às informações sigilosas fornecidas pelos colaboradores ( delatores) . O PL 8079 /2014 do deputado Marco Maia , do PT do Rio Grande do Sul,  e o PLS 283/2014 é do ex-senador Vital do Rego, hoje, Ministro do TCU, ambos investigados pela Lava Jato.
Outros três PLS tratam também da delação premiada. O PL 2755-2015 é do deputado Heráclito Fortes ( PSD, do Piaui) que proíbe que as informações prestadas pelo delator na primeira oitiva não possa ser alterada, e que o mesmo advogado não possa defender dois delatores ao mesmo tempo. 
Enquanto o PL 223/2015 do ex-deputado André Paula, do PSD, de Pernambuco, quer  que os acordos de colaboração possam alcançar penas de suspensão dos direitos políticos e de multas por ato de improbidade administrativa.
O mais novo é o PL 4372/2016, talvez o mais pernicioso de todos, conforme está explicado anteriormente é de autoria de Wadih Damous , do PT, do Rio de Janeiro , que tem um objetivo claro de enfraquecer a Lava Jato.



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